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EM RORAINÓPOLIS: Polícia Civil prende investigado por homicídio em ação integrada com a Polícia do Amazonas

Publicada em: 14/02/2026 11:47 -

A prisão ocorreu nesta sexta-feira, dia 13, por volta das 15 horas, na rodoviária de Rorainópolis / Foto: Ascom/PCRR /

Em cumprimento a um mandado de prisão preventiva expedido pelo Poder Judiciário do Estado do Amazonas, a PCRR (Polícia Civil do Estado de Roraima), por meio da Delegacia de Rorainópolis, prendeu nesta sexta-feira, dia 13, A. C. S., de 39 anos, conhecido como “Fom-Fom”, investigado pelo homicídio de José da Conceição, o “Zé dos Cachorros”, ocorrido em Rio Preto da Erva, no Amazonas.

A prisão ocorreu por volta das 15 horas, na rodoviária de Rorainópolis, em ação coordenada pelo delegado do município, Rick da Silva e Silva, que destacou que a captura do homem foi resultado de diligências integradas das equipes do 36º Distrito Integrado de Polícia do Amazonas, coordenadas pelo delegado Antônio Rondon, em conjunto com a Polícia Civil de Roraima, que localizaram o investigado em rota de fuga.

“A prisão é resultado da atuação integrada entre as Polícias Civis de Roraima e do Amazonas, com troca ágil de informações e trabalho coordenado de inteligência. A cooperação entre os estados foi fundamental para localizar e prender o investigado”, afirmou o delegado Rick da Silva e Silva.

De acordo com as informações da PCAM (Polícia Civil do Amazonas), o crime ocorreu no dia 11 de fevereiro de 2026, no município de Rio Preto da Eva, no estado do Amazonas, após uma desavença entre vítima e autor, motivada pelo desaparecimento de um aparelho celular. Testemunhas relataram discussão e luta corporal entre ambos. Durante o confronto, a vítima foi morta com golpes de arma branca e teve o corpo enterrado em uma cova rasa nas proximidades do sítio onde residia.

O corpo foi localizado após o próprio investigado confessar o crime a uma conhecida e indicar o local onde havia ocultado o cadáver. Após o homicídio, o suspeito fugiu do município, sendo visto em rodoviárias da região e manifestando intenção de deixar o país, o que motivou a decretação da prisão preventiva.

Após a formalização da prisão, o homem passará por exame de corpo de delito e será apresentado para Audiência de Custódia.
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NO BAIRRO LIBERDADE
Polícia Civil realiza busca e apreensão contra empresário por posse irregular de arma de fogo

A PCRR (Polícia Civil de Roraima), por meio do 1º DP (Distrito Policial), cumpriu, nesta sexta-feira, 13, um mandado de busca e apreensão contra um empresário de 50 anos, por posse irregular de arma de fogo. A ação ocorreu no bairro Liberdade com objetivo de localizar armas de fogo que estariam em situação irregular.

Conforme o delegado titular do 1º DP, Pedro Ivo, o empresário teve o seu registro de CAC (Caçador, Atirador e Colecionador) cancelado pelo Exército Brasileiro e foi notificado para entregar duas armas de fogo, um revólver e uma carabina, o que não foi atendido pelo investigado. Após o fim do prazo para a entrega do armamento e diante da ausência de resposta do ex-CAC, a Polícia Civil instaurou inquérito intimando-o para prestar esclarecimento.

“Mesmo devidamente intimado, o empresário ignorou as convocações e não justificou sua ausência. Com a inércia em atender à intimação policial, gerou-se a presunção de que o armamento estava em sua posse de forma irregular, criando um risco à segurança pública”, disse Pedro Ivo.

Durante a diligência, as armas não foram encontradas no local, e o empresário alegou que as armas já tinham sido entregues a órgãos de segurança (o que, até o momento, não foi comprovado), comprometendo-se a apresentar os comprovantes. 

Diante dos elementos de informação colhidos, o homem foi denunciado pelo Ministério Público e responderá em liberdade por posse irregular de arma de fogo, conforme o Estatuto do Desarmamento.

O Delegado Pedro Ivo destaca a importância em atender a uma intimação e reforça o compromisso da Polícia Civil com a legalidade.

“Atender a uma intimação policial não é apenas um dever, mas uma garantia de defesa. O comparecimento à Delegacia é o momento oportuno para o cidadão apresentar sua versão dos fatos, fornecer documentos e esclarecer mal-entendidos, que podem evitar a representação por medidas mais invasivas, como buscas e prisões. Todavia, a Polícia Civil está totalmente comprometida com a legalidade de forma que, caso seja necessário, utilizará de toda a força estatal para fazer cumprir a Lei”, reforçou.
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Polícia Civil soluciona estelionato contra idosa de 74 anos em menos de 24 horas

Investigações conduzidas pela PCRR (Polícia Civil de Roraima), por meio da DPIPCD (Delegacia de Proteção ao Idoso e à Pessoa com Deficiência), resultaram na elucidação, em menos de 24 horas, de um crime de estelionato praticado contra uma médica aposentada, de 74 anos, que teve mais de R$ 115 mil subtraídos de sua conta bancária por meio de transferências via Pix.

De acordo com o delegado responsável pelo caso, Paulo Henrique Moreira, ao notar a existência de transferências via Pix que não haviam sido realizadas por ela, a vítima procurou a unidade policial na quinta-feira, dia 12, ocasião em que registrou Boletim de Ocorrência.

Conforme apurado nas diligências iniciais, as transferências tiveram como beneficiárias G.S.A., de 20 anos, e uma conta vinculada a uma “vaquinha” on-line, registrada em nome da cuidadora de idosos S.C.L.S., também de 20 anos. O prejuízo totalizou R$ 115 mil.

A partir da denúncia, a equipe da SIOP (Seção de Investigação e Operação), da Delegacia, realizou diligências e confirmou que os valores foram transferidos para contas em nome das duas mulheres, que foram intimadas a prestar esclarecimentos na unidade especializada. 

Em interrogatório, S.C.L.S. informou que trabalhava como cuidadora da neta da vítima há aproximadamente três anos. Segundo relatou, no ano passado, sem saber precisar o mês, percebeu que a vítima costumava anotar senhas bancárias na capa do celular. Ao acessar a conta corrente, verificou a existência de cerca de R$ 250 mil.

Aproveitando-se da facilidade, a investigada criou uma vaquinha on-line sob o pretexto de arrecadar recursos para a construção de uma casa e passou a realizar transferências entre R$ 8 mil e R$ 9 mil a cada três dias, valor correspondente ao limite diário permitido pelo aplicativo bancário.

Ainda conforme seu relato, em determinado momento sua conta foi bloqueada para o recebimento de transferências via Pix. Diante disso, solicitou a G.S.A. o empréstimo da conta bancária, sob a justificativa de que precisaria receber valores referentes a salário. 

Assim, G.S.A. forneceu a chave Pix e passou a receber os valores provenientes da conta da idosa. A investigada informou que G.S.A. reside em uma comunidade indígena no município de Amajari e alegou que ela não teria conhecimento da origem ilícita dos valores. 

A investigada declarou ainda que utilizou o dinheiro para despesas pessoais, incluindo festas, bares, restaurantes e compras em mercados.

Ainda segundo o delegado, a investigada, de forma espontânea, entregou uma moto que ela tinha comprado com o dinheiro do estelionato e mais 500 reais, que ela ainda tinha dos valores angariados no crime.

O delegado instaurou inquérito policial para apurar os fatos, identificar todas as circunstâncias do crime e responsabilizar as envolvidas. Além das transferências via Pix, também será investigada a eventual contratação de crédito em nome da vítima sem autorização. Até o momento não teve prisão e a investigada vai responder ao procedimento em liberdade.

DA REDAÇÃO

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