O objeto foi localizado na quinta-feira (11) em uma residência no bairro Olímpico, em Boa Vista / Foto: Ascom/PCRR /
A PCRR (Polícia Civil de Roraima), por meio da Delegacia de Polícia de Pacaraima, recuperou na quinta-feira (11), em Boa Vista, um aparelho celular roubado durante um crime ocorrido no município de Pacaraima.
A recuperação do objeto foi resultado de diligências investigativas coordenadas pelo delegado titular da unidade, Robin Felipe, após a identificação da possível localização de um aparelho celular subtraído durante um roubo registrado no dia 28 de abril deste ano.
Durante as investigações, equipes da SIOP (Seção de Investigação e Operação) realizaram monitoramento e levantamentos de informações cadastrais que permitiram identificar o endereço onde o aparelho estaria sendo utilizado. Com base nos dados obtidos, os policiais se deslocaram até uma residência localizada no bairro Olímpico, em Boa Vista, onde localizaram o objeto.
No imóvel, foi encontrado um aparelho celular da marca Motorola, modelo Moto G35, dentro de uma bolsa de uso pessoal pertencente a uma mulher identificada pelas iniciais L.I.M.R., de 69 anos.
Questionada pelos policiais, a mulher informou que adquiriu o aparelho em Pacaraima, nas proximidades de um ponto de táxi, pelo valor de R$ 200, sem nota fiscal ou qualquer comprovante de compra. Ela relatou ainda que não conseguiu utilizar o equipamento porque o dispositivo permanecia bloqueado.
As investigações apontaram compatibilidade entre os dados de geolocalização obtidos por ferramentas digitais e as informações fornecidas pela operadora de telefonia, confirmando a vinculação do aparelho ao endereço onde foi localizado.
A mulher foi ouvida e devidamente qualificada. Segundo o delegado Robin Felipe, ela será indiciada pelo crime de receptação no mesmo procedimento que apura o roubo do aparelho celular. A investigada responderá ao procedimento em liberdade.
O aparelho foi apreendido e encaminhado à Delegacia de Polícia de Pacaraima, onde permanecerá à disposição da investigação até a conclusão dos procedimentos necessários para sua restituição ao legítimo proprietário.
O delegado reforçou a orientação para que a população evite adquirir aparelhos eletrônicos sem procedência comprovada, nota fiscal ou documentação que ateste a origem do produto, uma vez que a compra de objetos de origem ilícita pode caracterizar crime de receptação.
DA REDAÇÃO

