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DRE: Polícia Civil fecha fábrica clandestina de armas de fogo e apreende drogas na zona Oeste de Boa Vista

Publicada em: 22/02/2026 10:02 -

Operação foi deflagrada nos bairros Centenário e Airton Rocha, na zona oeste da capital / Foto: Ascom/PCRR /

A PCRR (Polícia Civil de Roraima), por meio da DRE (Delegacia de Repressão a Entorpecentes) e da DRRFVAT (Delegacia de Repressão a Roubos e Furtos de Veículos Automotores Terrestres), deflagrou nesta sexta-feira (21), uma operação nos bairros Centenário e Airton Rocha, na zona Oeste de Boa Vista, que resultou no fechamento de uma fábrica clandestina de armas de fogo e na apreensão de entorpecentes.

Durante a ação, foram prazo L.C.P.A., de 23 anos, e D.A.S., de 28 anos. 

De acordo com o delegado titular da DRE, Júlio Cesar da Rocha, as investigações tiveram início após levantamento de informações sobre possível comercialização ilícita de entorpecentes no bairro Centenário.

Durante as diligências, os policiais abordaram L.C.P.A., que estava em posse de uma arma de fogo de fabricação artesanal, uma balança de precisão e porções de cocaína.

Ao ser abordado, o suspeito informou aos policiais que havia adquirido o artefato com o primo, D.A.S., residente no bairro Airton Rocha. A equipe policial se deslocou até o endereço indicado, onde o suspeito confessou ter confeccionado e repassado a arma ao primo.

No imóvel, os policiais localizaram diversas peças, ferramentas e materiais utilizados na fabricação de armas artesanais, o que caracterizou a existência de uma fábrica clandestina.

Ao todo, foram apreendidos pequenas quantidade de cocaína pura, uma balança de precisão, uma arma de fogo de fabricação caseira, dois aparelhos celulares, além de diversos materiais utilizados na confecção de armamentos artesanais.

Os suspeitos foram conduzidos à unidade policial, juntamente com os objetos apreendidos, onde o delegado lavrou um APF (Auto de Prisão em Flagrante) contra os dois, sendo que contra L.C.P.A., pelos crimes de tráfico de drogas e fabricação e comercialização de arma caseira, previsto  no Estatuto do Desarmamento. Contra o segundo acusado, D.A.S., ele foi autuado pelo crime de fabricação e comercialização de arma caseira.

Ao ser apresentado na Audiência de Custódia L.C.P.A. teve a prisão em flagrante homologada e foi colocado em liberdade mediante o cumprimento de medidas cautelares. Já D.A.S. foi ouvido e liberado.

Segundo o delegado Júlio César, a atuação da Polícia Civil foi fundamental para impedir que armamentos ilegais continuassem sendo produzidos e possivelmente utilizados na prática de crimes.

“A fiscalização e o combate a esse tipo de atividade são fundamentais. O fato de a Polícia Civil ter identificado, desarticulado e fechado esse ponto de fabricação clandestina de armas é de extrema importância, pois, mesmo sendo armas de fabricação caseira, elas possuem potencial lesivo e podem acabar sendo utilizadas na prática de diversos crimes”, destacou o delegado.

DA REDAÇÃO


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