Proposições foram aprovadas de forma simbólica nesta terça-feira (19) / Foto: Eduardo Andrade /
Durante a sessão ordinária desta terça-feira (19), no plenário Noêmia Bastos Amazonas da Assembleia Legislativa de Roraima (ALERR), deputados estaduais aprovaram, em votação simbólica, duas proposições voltadas ao reconhecimento de personalidades e profissionais de Roraima, além de uma moção de pesar.
Entre os textos aprovados está o Projeto de Decreto Legislativo nº 59/2025, de autoria da deputada Ângela Águida Portella (PP), que concede homenagem a 14 jornalistas do Estado de Roraima, em virtude ao destaque no exercício da profissão, além da contribuição para a comunicação social e o interesse público.
Os jornalistas homenageados são:
- Antonia Costa da Silva;
- Rosicleide Silva Martins;
- Gustavo Abreu Vieira;
- Janine Vieira Marques;
- Elissan Paula Rodriguez;
- Edgar Jesus Figueira Borges;
- Marleide Socorro Cavalcante Infcio;
- Sandra Maria de Morals Gomes;
- Karla Andreia da Silva Pinheiro;
- Erica Patricia Rodriguez Figueredo;
- Rodrigo de Almeida Baraúna; e
- Maurício Elias Zouein;
- Vângela Maria Isidoro de Morais; e
- Loide Gomes da Costa
Também recebeu aprovação o Projeto de Decreto Legislativo nº 72/2025, de autoria do deputado Renato Silva (Podemos), que concede a Comenda Orgulho de Roraima a Andrey Cezar Windscheid Cruzeiro de Hollanda, em reconhecimento à sua trajetória na vida pública e jurídica. Natural de Brasília/DF, viveu mais de vinte anos em Roraima, onde ocupou cargos estratégicos no IPERR. Atualmente, é consultor jurídico-chefe do Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC), com passagens por diversos cargos públicos de destaque.
Na mesma sessão, os parlamentares aprovaram ainda a moção nº 26/2025, de iniciativa do deputado Marcelo Cabral (Cidadania), que manifestou pesar pela morte de Faustino Ferreira da Silva Neto, conhecido como Neto da Monte Santo. Empresário do ramo da construção, ele deixou o legado e a contribuição para o crescimento do estado.
As matérias foram apreciadas em regime de votação simbólica, sem manifestações contrárias em plenário.
ANDERSON CALDAS